COMUNICADO URGENTE - FESTIVAL ADIADO

on quinta-feira, 19 de novembro de 2009



Festival Nacional de Teatro da Bahia

será realizado no ano que vem


Para ajustar o seu calendário, o Festival Nacional de Teatro da Bahia – 2 ª Edição, que aconteceria entre 5 e 13 de dezembro, será realizado no primeiro semestre de 2010. O evento é uma realização da Cooperativa Baiana de Teatro.

Evento pioneiro em Salvador, a primeira edição do festival recebeu nada menos que 270 inscrições de grupos de teatro profissional de quase todo o Brasil. O evento, que transcorreu entre 1º e 10 de novembro de 2007, trouxe para a cena baiana 53 espetáculos, a preços populares, exibidos em sete teatros da cidade, além das exibições públicas no Campo Grande, Piedade e no Cruzeiro do São Francisco, no Terreiro de Jesus.

Sem caráter competitivo, o Festival Nacional de Teatro da Bahia objetiva a formação de platéias populares e fazer o intercâmbio artístico entre o teatro produzido na terra e em outras regiões do País. Em sua primeira edição mobilizou quase 300 artistas e 150 técnicos. O Festival Nacional de Teatro da Bahia – 1ª Edição promoveu também exposições sobre a história do teatro baiano, mostra de vídeos, oficinas, fórum de debates e uma feira de negócios. Teve um público estimado em 8 mil e 700 pessoas.

Grupos Selecionados

on segunda-feira, 9 de novembro de 2009

II FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DA BAHIA

Resultado Final

Em 2007, no período de 01 a 10 de novembro, foi realizado em Salvador a 1ª edição do FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DA BAHIA, um acontecimento que reuniu na capital baiana grupos de 10 estados brasileiros.

A 1ª edição do Festival teve como espectador um público de cerca de 8.800 pessoas e contou com a participação de cerca de 300 artistas, 150 técnicos e uma equipe de 71 pessoas.

Este ano o Festival acontece em Salvador, de 07 a 13 de dezembro de 2009. Foram 188 inscritos, com 145 projetos habilitados. A organização agradece a participação de todos.

Grupos Selecionados:

1. Sobre Mentiras e Segredos – Os Ciclomáticos Companhia de Teatro – RJ

2. Palestra de Hoje: Os Males do Tabaco – Cia Cênica Espiral – SC

3. Uma Noite em Claro – Cia Odelê-A Casa dos Gestos – SP

4. As Aventuras de uma Viúva Alucinada – Grupo Mundaréu – PR

5. Balada de um Palhaço – Grupo de Teatro Arte e Fatos – GO

6. Mão na Luva – Tapa Produções Artísticas LTDA – SP

7. Solas de Vento – Grupo Solas de Vento – SP

8. O Circo dos Objetos – Mariza Basso Teatro de Formas Animadas – SP

9. Nada, Nenhum e Ninguém – Trupe Arlequin de Circo Teatro – PB

10. Jozú – O Encantador de Ratos – RJ

11. De um Lugar para Outro e El Gran Circo Carnaval – Cia Cênica Nau de Ícaros

PROJETOS HABILITADOS

on quarta-feira, 28 de outubro de 2009


O Festival Nacional de Teatro da Bahia – 2ª edição, organizado pela Cooperativa Baiana de Teatro, é uma idéia surgida da necessidade de interação da expressão artístico-teatral baiana com outros Estados da Federação, através de apresentações de espetáculos, Oficinas e Fórum de Discussões. Nosso Festival acontece de 5 a 13 de dezembro, em 10 teatros e nas praças da cidade, com programação ao longo dos 9 dias do evento.

A primeira edição do Festival, realizada em novembro de 2007, contou com a participação de 21 grupos, 53 espetáculos, 5 oficinas, a utilização de 6 teatros e as praças do Campo Grande, Piedade e Cruzeiro de São Francisco, além de exposições, fóruns e feiras.


Para a segunda edição a Cooperativa Baiana de Teatro teremos duas grandes mostras: a Mostra Nacional, com 10 grupos e a Mostra Oficial Cooperativa com 16 grupos cooperativados. Este ano, o número de inscritos aumentou sensivelmente, um motivo de orgulho para todos os que participaram, em 2008, da primeira edição e que agora vibram juntos na energia da edição 2009.


A curadoria já está em andamento e brevemente os selecionados serão conhecidos. Nesta primeira etapa, foram considerados habilitados os projetos que atenderam as especificações: inscrição dentro do prazo, documentação completa (proponente, artística e técnica) e não participação da edição 2008.


O Festival Nacional de Teatro da Bahia agradece a participação de todos.



CONVOCAÇÃO ESTAGIÁRIOS

on quarta-feira, 7 de outubro de 2009


CONVOCAÇÃO ESTAGIÁRIOS
Festival Nacional de Teatro da Bahia - 2ª edição


O Festival Nacional de Teatro da Bahia - 2ª edição, organizado pela Cooperativa Baiana de Teatro, é uma idéia surgida da necessidade de interação da expressão artístico-teatral baiana com outros Estados da Federação, através de apresentações de espetáculos que contribuam para a reflexão crítica sobre as perspectivas da arte cênica. O evento será realizado no mês de dezembro de 2009 - de 5 a 13 - e terá uma programação distribuída ao longo de 7 dias (de sábado a domingo) em 8 teatros.

A primeira edição do Festival Nacional de Teatro da Bahia, realizada em novembro de 2007, contou com a participação de 21 grupos, 53 espetáculos, 5 oficinas, a utilização de 6 teatros e as praças do Campo Grande, Piedade e Cruzeiro de São Francisco, além de exposições, fóruns e feiras.

Para esta nova e já vitoriosa edição, estamos convocando estudantes universitários para estágios nas áreas de Teatro, Produção Cultural, Turismo, Designer Gráfico, Jornalismo, Direito e Administração.

Os interessados devem mandar um email para patriciarammos@quatroproducoes.com.br com as seguintes informações:
ASSUNTO: ESTÁGIO NO FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DA BAHIA
Por que quer participar?
Qual é a sua área de interesse?

ATENÇÃO: Todos os interessados devem estar cursando a Faculdade na mesma área de interesse do estágio.


Atenciosamente,
Patrícia Rammos

Inscrições para Festival Prorrogadas

on sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Cooperativa prorroga inscrições para
Festival Nacional de Teatro


A Cooperativa Baiana de Teatro (CBT) prorrogou as inscrições para o Festival Nacional de Teatro da Bahia – 2 ª Edição até o próximo dia 02 de outubro. O regulamento e a ficha de inscrição ainda estarão disponibilizados no site www.cooperativabaianadeteatro.com.br ou no blog coopbaianadeteatro.blogspot.com.
De caráter não competitivo e destinado a grupos profissionais de todo o Brasil, o Festival Nacional de Teatro da Bahia - 2ª Edição acontecerá em Salvador, de 5 a 13 de dezembro. O evento objetiva fortalecer as iniciativas de teatro de grupo, formar plateias e popularizar o teatro. Dez grupos de todo o Brasil serão selecionados por uma comissão julgadora formada por profissionais de notório saber na área teatral.



Inscrições do Festival Nacional de Teatro

on quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Cooperativa abre inscrições para
2º Festival Nacional de Teatro


A Cooperativa Baiana de Teatro (CBT), festejando seus cinco anos de atividades, abre as inscrições para o Festival Nacional de Teatro da Bahia – 2 ª Edição, no período de 07 de agosto a 18 de setembro. O regulamento e ficha de inscrição estarão disponibilizados no site da Cooperativa Baiana de Teatro

De caráter não competitivo e destinado a grupos profissionais de todo o Brasil, o Festival Nacional de Teatro da Bahia - 2ª Edição acontecerá em Salvador, de 5 a 13 de dezembro. O evento objetiva fortalecer as iniciativas de teatro de grupo, formar plateias e popularizar o teatro. Dez grupos de todo o Brasil serão selecionados por uma comissão julgadora formada por profissionais de notório saber na área teatral.


Para fazer o download:

Hoje tem futebol? Tem sim senhor!

on domingo, 3 de maio de 2009


por Adriana Amorim

Hoje é dia 03 de maio, domingo de decisão nos campeonatos estaduais. Tudo é um grande espetáculo. As cores dos times invadem a cidade. Parece que só existem duas camisas no mundo. Os jornais dão todos a mesma notícia. A entrada dos torcedores no campo envolve uma logística que interfere em toda a cidade. O trânsito muda completamente o fluxo horas antes do início da partida. Um clima de festa impera na cidade. Uma festa que envolve incerteza, esperança, dúvida. Jamais certezas. Futebol não é o lugar das certezas. Talvez este seja um dos seus grandes trunfos, essa incerteza. Coisa de quem está vivo e apesar de saber que vai, não sabe quando, nem onde, nem como vai morrer. Assim é o futebol. Não se sabe de quanto será o jogo, quem será o herói ou o carrasco do time. Se haverá briga na torcida ou no campo, um grande lance que entrará para a história, ninguém sabe. Se haverá um gol inesquecível, muito menos. Ouço um torcedor do Bahia dizer impetuosamente: “Ah, se eu tivesse uma bola de cristal pra saber se o Bahia ia ganhar... só assim eu iria para o Barradão hoje.”

A organização de eventos desta natureza divide-se por diferentes instâncias: o poder público que viabiliza os jogos, e responsabiliza-se pela segurança no estádio e fora dele. As confederações organizam tabelas, cronogramas e toda logística necessária que envolve viagens, hospedagem, relação com a imprensa, venda de ingressos. Os clubes organizam a performance de seus elencos. As torcidas organizadas cuidam da decoração do estádio e da beleza do visual que se cria com as camisas do clube, fogos de artifícios, bandeiras, e outros adereços, além dos hinos e gritos de guerra.

Mas o show, ah, este fica por conta dos jogadores, sempre. Ainda que se reconheça a importância dos demais atores desta grande festa, seu dono é mesmo o jogador. Sim, sem treinador, sem juiz, sem muitos outros profissionais, como o massagista, gandula e até mesmo aquele que limpa e corta a grama do estádio, nada acontece. Mas não podemos negar que tudo gira em torno do jogador. E ele? O que ele faz em campo? Ele, ou melhor, eles, correm atrás de uma bela e atrevida bola. Os que não gostam de futebol, sempre lançam mão da piada: “Vinte e dois homens correndo atrás de uma bola. Por que não dá uma bola pra cada?” Por que a questão não está na bola em si, como se qualquer bola servisse ao intento. E bola de um homem só, é apenas uma bola de um homem só. Serve a bola coletiva. Só serve a bola do jogo, a bola simbólica, já que a bola física é constantemente trocada durante o jogo. A bola não é apenas uma bola. Ou é, porque ser uma bola lhe basta.

A bola é o elemento anterior à dramaturgia do jogo. É ela quem descreve as linhas sobre as quais será construída uma história. É como se ela fosse o cérebro do dramaturgo, que se solta, entra na história e em seu vai-e-vem organiza a coreografia daqueles vinte e dois homens que seguem embalados por tantos outros a gritar seus nomes como ídolos, heróis. Ir a um estádio de futebol é assistir a uma multidão de trabalhadores, pais de família, homens de todas as classes sociais, profissões e estilos, vidrados na performance de outros homens. Não são loiras estonteantes que desfilam de roupas mínimas naquele campo. São homens suados, tradicionalmente fora dos padrões de beleza – negros em sua maioria – que se transformam na promessa de felicidade de toda essa torcida majoritariamente masculina. E a eles, homens que torcem, não parece incomodar esse ar de homo-erotismo que claramente faz parte desta relação de admiração e desejo.

Mas, voltemos à bola. Ou melhor, voltemos ao dia 03 de maio. Acabados os jogos, campeões conhecidos, fica o vazio de quem perde e a alegria da vitória. Em nosso caso, do Vitória. Eu, Baêa que sou, sinto a camisa que visto esvaziada por dentro. Um coração pesado de tristeza de quem acreditou, mas não venceu. Isso também tem jeito no futebol. Daqui a pouco começa outro campeonato e de novo meu coração estará cheio de esperança de novo. No futebol, dá pra ter esperança, porque tudo muda muito rápido e o posto está sempre à disposição de quem o merecer, ou tiver melhor sorte. Meus amigos vitória continuarão meus amigos e a vida segue. No próximo tento sentirei os mesmos sentimentos de hoje. Ou não. Quem sabe experimento, desta vez, o doce gosto da vitória. Vitória do meu Baêa.

(Adriana Amorim é atriz, professora da Escola de Teatro da UFBA. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da mesma Universidade, onde estuda o espetáculo do futebol)

O Futuro da Economia Simbólica

on terça-feira, 31 de março de 2009

Demian Reis e Nayara Homem em A puta e o palhaço, Festival de espetáculo, Zurique, Suíça, 2007.

O futuro da economia simbólica: festivais do espetáculo ao vivo

por Demian Reis

Em grande medida este texto é um depoimento pessoal e intuitivo nutrida pelo balanço de uma experiência de visita de alguns países europeus (Espanha, França, Suíça, Itália e Inglaterra) entre 2003 e 2008. O pico desta economia do entretenimento ocorre durante a estação do verão em locais e ocasiões com freqüência de festivais de teatro, festas populares em praças e ruas gozando de altos índices de circulação de transeuntes, turistas, nativos. Em suma, espectadores acidentais, intencionais e regulares de teatro e outras formas espetaculares que incluem principalmente dança, música, malabarismo, palhaçaria, estátuas vivas, artes circenses, mágicos, improvisadores e claro, em cada vez maior número, artistas que misturam todas estas competências artísticas.

O fato que pretendo evidenciar detecta a expansão de um setor da economia associado ao produto simbólico que é o espetáculo ao vivo. Esta expansão é pressionada, do meu ponto de vista, por uma expansão da demanda de um público consumidor em busca de lazer com experiências de percepção mediadas pelo contato ao vivo, como uma compensação de uma experiência cotidiana ao longo do ano, marcada por uma rotineira convivência com formas lúdicas e de entretenimento tecnológicos. Não irei fazer um relato minucioso destes objetos tecnológicos que variam em sua riqueza e acessibilidade conforme posições sociais e lugares geoeconômicos, mas trata-se da categoria que soma-se incessantemente formando uma cultura material e disponibilizando instrumentos interativos tecnológicos como TV, telefones, celulares, computadores com seus serviços de comunicação (Internet) e programações de entretenimento virtuais.

Para encurtar a caminhada para os propósitos e relevâncias deste depoimento irei partir para uma breve descrição do crescimento e alcance de festivais de espetáculo na Europa que ocorrem unicamente no verão atendendo uma massa cada vez maior de turistas que não se interessam mais apenas em conhecer cartões postais diferentes. O turismo cultural se tornou a nova escolha para cidadãos que pretendem não apenas se desligar das suas cidades de morada habitual para desfrutar da visão de outras ruas e outras montanhas, mas sim de estar num outro local e desfrutar durante este deslocamento de experiências culturais providenciados por toda sorte de combinatória de programações de espetáculos ao vivo. Na Espanha, esta cultura foi propiciada pelas chamadas festas da semana grandes, ocasião em que as cidades revezam se tornarem verdadeiros carnavais culturais que recebem turistas nacionais e estrangeiros que vem buscar a oportunidade de viver um pouco da experiência da cultura local. As ruas designadas, em geral nos trajeto dos centros históricos, são preenchidas de artistas de rua que convivem com cortejos musicais e outras práticas e tradições populares que são organizadas pelas prefeituras.

Na França encontramos uma situação na qual há uma tradição de festivais espalhados ao longo do verão pelo interior todo, sendo que os mais famosos de teatro são o Festival de Avignion, o Festival de Aurillacc e agora Chalon dela Rue. Estes festivais consolidam verdadeiras cadeias de capital que envolvem diversos setores de serviços desde hotelaria, alimentação, transporte, bares e restaurantes, supermercados, e lojas de todos os tipos, internet cafés, campings - só para mencionar as principais. Tudo atraído pela atração principal que é o entretenimento propiciado pelos artistas do espetáculo ao vivo. Para encerrar este breve relato gostaria de sinalizar que estive em 2008 no maior festival de teatro do mundo que é o Festival de Edinburgh na Escócia. Lá presenciei três espetáculos por dia, mas o supermercado cultural ou cardápio de espetáculos provavelmente oferecia em torno de 300 opções diariamente contando com todos os buracos usados para alguma forma de apresentação, o mais destacado sendo o famoso stand-up-comedy, a menina dos olhos dos produtores atualmente devido a sua popularidade e, portanto, seu poder de mobilização capital. Apenas na Grã-Bretanha, durante o verão, existem mais de 6000 festivais do espetáculo ao vivo.

Bom Apetite!

(Demian Reis é ator, doutorando do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFBA e fundador do grupo Palhaços para Sempre que integra a Cooperativa Baiana de Teatro)

Primeira Palavra

on quarta-feira, 25 de março de 2009


Primeira Palavra